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Santos aceita receber R$ 23,8 mi, e Ganso deve fechar com o São Paulo

São Paulo, Santos, DIS e Paulo Henrique Ganso caminham a passos largos para o fim da novela que deve levar o meia ao Morumbi até o final desta semana.

Felipão não é mais técnico do Palmeiras. Leão é o favorito

Luiz Felipe Scolari não é mais o técnico do Palmeiras. Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira no clube, após a derrota por 3 a 1 para o Vasco, em São Januário, foi decretado o fim do ciclo do treinador à frente da equipe do Palestra Itália.

Marcelo Oliveira diz que não resistiu ao Vasco e que objetivo ainda é título

Com o bicampeonato paranaense e dois vices da Copa do Brasil na bagagem, Marcelo Oliveira, de 57 anos, foi apresentado oficialmente como o novo treinador do Vasco no início da noite desta quinta-feira,

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Marcelo Oliveira diz que não resistiu ao Vasco e que objetivo ainda é título

Marcelo Oliveira, Vasco (Foto: Rafael Cavalieri / Globoesporte.com)
Com o bicampeonato paranaense e dois vices da Copa do Brasil na bagagem, Marcelo Oliveira, de 57 anos, foi apresentado oficialmente como o novo treinador do Vasco no início da noite desta quinta-feira, na sala de imprensa de São Januário. Ao lado do diretor de futebol Daniel Freitas, mas sem a presença do presidente Roberto Dinamite, ele se disse orgulhoso por ter sido convidado e não pensou duas vezes em deixar seu descanso de lado após passagem de quase dois anos pelo Coritiba. Na ponta da língua, o discurso não deixou dúvidas: tem o sonho de ser campeão brasileiro e, como recebeu o time no G-4, quer concretizá-lo nesta temporada.
- Gostaria de expressar minha satisfação de vir para o Vasco. Pensava que desse para descansar, mas não resisti à sondagem do Vasco, pelo tamanho da instituição, pelo potencial técnico que o time tem e a perspectiva que temos até o fim do campeonato. Acho rara uma saída como a do Cristovão, pelo trabalho equilibrado, mas coube a mim vir para cá, e chego com vontade, estimulado com a posição do clube na tabela e com a chance de fazer um grande trabalho. O grande objetivo é ser campeão brasileiro. A distância para o primeiro colocado é grande (11 pontos do Flu), mas há 42 pontos para serem disputados ainda e temos de buscar o que é proporcional à grandeza do clube - declarou, em sua primeira resposta na coletiva.
Marcelo Oliveira já havia treinado Jonas, no Coritiba, e Thiago Feltri e Eder Luis, no Atlético-MG. Além disso, na época de jogador, dividiu espaço com o auxiliar Gaúcho, no Botafogo, e até com Dinamite, na seleção brasileira. Aliás, segundo as informações, o mandatário participou do papo no vestiário, mas não pôde ficar para a cerimônia, pois tinha um compromisso profissional.
Mesmo com o ambiente favorável, o novo chefe sabe que ainda precisa conhecer melhor as peças que terá em mãos. Porém, no primeiro contato, gostou do que viu na vitória sobre o Palmeiras, por 3 a 1, nessa quarta-feira, quando acompanhou do gabinete presidencial.
- Reencontrei alguns amigos, como o Gaúcho, o próprio presidente e jogadores que eu já conhecia bem. E encontrei um ambiente saudável. Isso é importante para se conquistar qualquer coisa no futebol. No jogo, o time foi equilibrado, apesar da derrota improvável de domingo. Reagiu bem, se superou, gostei mais do segundo tempo do que do primeiro. Um ou outro ajuste pode ser feito, mas de um modo geral me parece bem positivo - apontou.
A final da Copa do Brasil de 2011, no entanto, aproximou Oliveira do grupo, que teve de estudar por semanas a fio. A amarga derrota deixou marcas que o fizeram brincar com a "cera" de Fernando Prass, na quarta-feira, e com Dedé, antes de o treino começar, nesta quinta.
- Faz parte do trabalho acompanhar o futebol brasileiro, são muitas equipes mudando e disputando em igualdade de condições. Perguntei até ao Dedé se ele se lembrava do pênalti que fez no segundo jogo da final (risos). Mas ele escapou, dizendo que foi uma trombada. Neste ano, já enfrentei o Vasco, conheço as características principais, o potencial na bola parada, jogadores que podem concluir bem de cabeça. No dia a dia, vou ter uma condição melhor para  poder escalar a equipe - destacou.
O primeiro desafio do treinador no banco de reservas cruz-maltino será contra o Cruzeiro, domingo, em Varginha, no Sul de Minas Gerais. O Vasco é o quarto, com 42 pontos.

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domingo, 9 de setembro de 2012

BAHIA GOLEIA VASCO EM SÃO JANUÁRIO E TEM A MELHOR CAMPANHA DO RETURNO

O Bahia deu uma amostra na noite deste domingo da ótima campanha que faz no segundo turno do Campeonato Brasileiro. Jogando em São Januário, aplicou uma goleada por 4 a 0 no Vasco, que curiosamente acaba de bater o recorde de rodadas consecutivas dentro do G-4, com 48. Souza e Jones Carioca (dois cada) fizeram os gols.
Os baianos acumulam dez pontos de 12 possíveis no segundo turno, o melhor aproveitamento entre as 20 equipes. Soma 27 pontos no total e começa a se distanciar da zona de rebaixamento: está em 14º lugar. O técnico Jorginho elogiou seus jogadores - "praticamente perfeitos, corajosos e audaciosos" - mas procurou não se empolgar com o resultado:
- Está longe do que quero ainda, o futebol tem de ser com gols, como foi hoje, e jogadas bonitas. Tem de ser bem jogado, nós gostamos de ver isso. Exijo isso, mas muitas vezes não temos tempo para trabalhar. O desgaste é grande. O que temos de ter é equilíbrio sempre, perseverança.
O Vasco, que teve muitos desfalques, se mantém em quarto lugar, com 39 pontos. O time foi muito vaiado e chegou a ouvir gritos de olé ao longo do segundo tempo. Ainda no fim da etapa inicial, quando o placar apontava 1 a 0, o técnico Cristóvão Borges já era chamado de burro.
Essa foi a maior goleada sofrida pelos vascaínos em São Januário desde 2000, quando perderam para o São Paulo pelo mesmo placar na campanha do título. A última vez em que sofreram quatro gols no estádio havia sido em 2008, ano do rebaixamento: 4 a 2 para o Figueirense.
Juninho Pernambucano reconheceu que o time viveu seu pior momento no ano e se mostrou preocupado em perder a vaga no G-4:
- Dos altos e baixos que passamos na temporada, este é o pior momento. Não é nada normal perder de 4 a 0 em casa, mas não devemos mudar tudo o que tínhamos feito até agora. Apenas uma mudança de planos: não pensar tanto na conquista do título, que ficou difícil, e olhar mais para trás da tabela, porque a temporada pode ser muito pior. Estamos deixando de subir, e os times que estão atrás estão encostando.
Na próxima rodada, o Vasco joga novamente em São Januário, quarta-feira, contra o Palmeiras. O Bahia, por sua vez, visita no mesmo dia o Sport, na Ilha do Retiro.
Souza gol Bahia (Foto: Ide Gomes / Ag. Estado)
Jogo começa lento, mas melhora no fim da etapa inicial
O técnico Cristóvão Borges teve nove desfalques. Por isso, precisou lançar mão de jovens da base e de improvisações para escalar a equipe. Sem Auremir na lateral direita (machucado), Jonas assumiu o posto. No miolo de zaga, Luan (de 19 anos) ocupou o lugar de Dedé, que está com a Seleção. Na lateral esquerda, sem William Matheus (suspenso) e Thiago Feltri (machucado), Cristóvão improvisou o zagueiro Fabrício, que já atuou na posição quando atuou por Hoffenheim-ALE e Palmeiras. Dieyson ficou como opção no banco.
O setor de meio de campo não pôde contar com Wendel (suspenso), Felipe e Carlos Alberto (machucados). O time foi a campo com os volantes Fellipe Bastos e Nilton. Juninho e o jovem Jhon Cley foram os responsáveis pela criação. No ataque, Eder Luis e Alecsandro.
No lado do Bahia, o técnico Jorginho surpreendeu. Esperava-se que ele optasse por Mancini ou Lulinha no time titular. Ambos ficaram no banco. Quem entrou para ser companheiro de Souza no ataque foi Jones Carioca.
O jogo começou em ritmo lento, com as equipes se estudando e não querendo correr riscos. O Bahia procurou valorizar a posse de bola, mas não conseguiu lances contundentes no início. A primeira boa chegada foi do Vasco, mas Alecsandro bateu sem perigo. A partida se arrastou por quase dois terços da primeira etapa sem emoções. Aos 29 minutos, o Bahia teve sua primeira chance clara, com Jones Carioca, que não conseguiu uma boa conclusão diante de Fernando Prass. O Vasco respondeu na sequência, com uma cabeçada de Alecsandro para fora.
O lance pareceu ter mexido com o time cruz-maltino, que se animou e ensaiou um princípio de pressão, principalmente com avanços de Eder Luis pelo lado direito. O Bahia, porém, não perdeu o autocontrole e se mostrou mortal para abrir o placar no contra-ataque.
Juninho bateu escanteio e Souza afastou de cabeça na área do Bahia. Jones Carioca recolheu e passou para Diones, perto do meio do campo. Carioca disparou para receber a bola novamente já no campo de ataque. Ele foi até a linha de fundo e cruzou na medida para Souza, que já cruzara todo o campo, testar para a rede: 1 a 0 aos 40 minutos.
O primeiro tempo acabou com o Vasco em desvantagem e a torcida na bronca. Cristóvão Borges foi para o vestiário ouvindo os já tradicionais gritos de "burro" vindos da arquibancada. Na volta para a etapa final, o treinador mexeu no time, trocando o meia Jhon Cley, muito apagado, pelo atacante Tenorio.
Jhon Cley do Vasco x Bahia (Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do vasco)
Cristóvão troca meia por atacante, mas Bahia é que faz os gols
A bola rolou no segundo tempo e, com menos de um minuto, um bom lance para cada lado. Souza teve uma chance após cruzamento vindo do lado direito, mas testou nas mãos de Prass. O goleiro repôs a bola rapidamente e Tenorio recolheu na linha divisória do gramado. Arrancou e foi deixando marcadores para trás até entrar na área, mas foi travado na hora de tentar a conclusão. A torcida se animou com o ímpeto de seu jogador.
O Bahia, porém, tratou de arrefecer os cruz-maltinos. Zé Roberto tabelou com Hélder na ponta esquerda, foi ao fundo e cruzou rasteiro para a área, tentando encontrar Jones Carioca. O atacante do Bahia não alcançou a bola num primeiro momento, mas contou com uma bobeada da zaga, que não conseguiu o corte. A bola então se ofereceu limpa a Jones Carioca, que emendou firme e não perdoou: 2 a 0, aos quatro minutos.
O Vasco, mais na base da vontade do que da técnica, tentou se lançar à frente para diminuir a desvantagem, mas não conseguiu incomodar o Bahia. Pior: o time visitante mostrou-se muito perigoso nos contra-ataques. Não demorou para ampliar. Aos 12, Souza recebeu perto do meio-campo e deu lançamento primoroso para Jones Carioca. O camisa 19 entrou na área, driblou Fernando Prass e empurrou para o gol vazio.
Com três gols de desvantagem, o técnico Cristóvão Borges tratou de recompor o meio de campo, e o atacante Eder Luis deu lugar ao volante Eduardo Costa. Jorginho respondeu no lado do Bahia, dando novo gás à saída do time para o ataque. Zé Roberto saiu para a entrada de Mancini.
O Vasco bem que tentou diminuir o tamanho do prejuízo. Aos 21, Juninho deu belo passe para Tenorio dentro da área, mas o equatoriano chutou por cima e perdeu boa chance de gol. O Bahia manteve seu ritmo habitual e, sem dificuldade, fez o quarto gol aos 24 minutos. Hélder avançou livre pelo lado esquerdo e cruzou na medida para Souza, que teve tempo de dominar a bola dentro da área antes de bater na saída de Fernando Prass. Comemorou mostrando o nome na sua camisa, de costas, e ouviu aplausos - da torcida do Vasco.
O time da casa passou a ser muito vaiado, e o visitante ouvia gritos de olé enquanto trocava passes. A situação vascaína ficou pior aos 27, quando o lateral Jonas foi expulso por acertar a mão no rosto de Jussandro.
Jorginho tratou de queimas suas duas últimas alterações. Jones Carioca saiu para a entrada de Elias. Pouco depois, o pentacampeão Kleberson entrou na vaga de Fahel. O jogo, já definido, se arrastou sem grandes emoções até o final. O Vasco, batido, não teve forças para atacar o Bahia, satisfeito com o resultado. No fim, mais vaias da torcida vascaína.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Técnico Ricardo Gomes confirma retorno ao Vasco em 2012

Recuperado, Ricardo Gomes voltará ao comando do Vasco no ano que vem. Foto: Marcelo Sadio/Vasco/Divulgação
Cerca de quatro meses após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) e ter a carreira e vida ameaçadas, o técnico Ricardo Gomes finalmente está praticamente recuperado, sem nenhuma sequela e garantiu à torcida vascaína: estará de volta ao comando do clube em 2012.
O treinador está esperando apenas o encerramento do tratamento e o aval dos médicos para se unir ao assistente Cristóvão Borges e retomar o trabalho com a comissão técnica do clube.
Ricardo Gomes sofreu um AVC no clássico entre Vasco e Flamengo, no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, e precisou ser internado às pressas antes que alguma complicação mais séria acontecesse. Afastado dos gramados, ele viu os antigos comandados fazerem uma campanha brilhante e disputarem o título nacional com o Corinthians até a última rodada da competição.
Após o término da temporada, a dupla com Cristóvão Borges no comando do Vasco foi apontada por muitos como um dos grandes destaques, o que motivou ainda mais o retorno. Mesmo com a tão aguardada volta descartada antes de fevereiro, o técnico garantiu que uma aposentadoria precoce não faz parte dos planos e que o desejo é retomar a carreira o mais rápido possível.
"Eu ainda não me recuperei totalmente, mas quando isso acontecer, eu vou voltar. Com 47 anos e aposentado? Não dá. Não vou ficar em casa com essa idade", destacou o Ricardo Gomes, em entrevista à revista ESPN.
Na última terça, o comandante cruz-maltino completou 47 anos e descartou que irá adotar qualquer método diferente na volta à frente do Vasco. "Eu voltarei como um treinador normal. Isso de ficar na cabine pode ser bom, mas não faz parte da nossa cultura."
Enquanto Ricardo Gomes não retorna ao time, o comando continuará com Cristóvão Borges, que segue traçando o planejamento com a diretoria e analisando nomes para reforçar o clube.
Apesar da boa campanha neste ano, o Vasco pretende trazer nomes de impacto para compor o elenco, uma vez que a conquista da Copa Libertadores da América é a grande meta da diretoria para 2012.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Juninho busca reajuste salarial, mas deve ficar no Vasco apenas até julho

Com pagamento de premiações acertado, Juninho deve seguir no Vasco até o final da Libertadores. Foto: André Portugal/Fotocom/divulgação/Divulgação
A próxima terça-feira será um dia de definições para o time do Vasco. Isso porque o meia Juninho, um dos principais nomes da equipe no vice-campeonato do Campeonato Brasileiro e na campanha da Copa Sul-Americana, deve acertar o pagamento das premiações e renovar o contrato para 2012.
A determinação do dia é por conta da reunião que o gerente de futebol Rodrigo Caetano terá com José Fuentes, agente do camisa 8, que está na Europa e volta apenas para conversar com a diretoria do Vasco e resolver as pendências.
Após dez anos no exterior, Juninho foi contratado pelo Vasco em junho. Ele acertou um compromisso apenas até dezembro, e recebendo salário mínimo (R$ 545) na intenção de não dar prejuízo ao clube em caso de fracasso. O problema passou então a ser a renovação do contrato, já que o jogador desejava manter o vínculo para 2012.
O atleta só receberia premiações especiais além do salário mínimo em caso de título em alguma das competições que o clube carioca disputava. Mesmo que nenhuma taça tenha sido erguida, haverá um bônus pelo vice do Brasileiro, valor que Fuentes cobra como o real salário do meia.
Além do reajuste salarial que equipararia o valor pago a Juninho com o valor de outros dos principais jogadores do Vasco, o agente deseja conversar com a diretoria do clube carioca a respeito de exploração de direitos de imagem e um contrato curto, apenas até o fim da Copa Libertadores.
O fim da carreira do atleta, 36 anos, ainda não é um objetivo para 2012, pois existe uma proposta do Al Gharafa-CAT, ex-clube do próprio Juninho, que pode levá-lo de volta para o futebol árabe.

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